CES decepcionada com líderes europeus
segunda-feira, 30 de março de 2009
CES decepcionada com líderes europeus
sexta-feira, 27 de março de 2009
«Sindicalistas»
- José Casanova
quinta-feira, 26 de março de 2009

segunda-feira, 23 de março de 2009
Neste quadro, o Congresso do PS foi decepcionante. Sobre os reais problemas nada foi dito. Falou-se de modernização e construção do futuro. Mas logo surgiram estudos da OCDE dizendo que os reformados do futuro, os que estarão na reforma daqui a 20 anos, terão reformas muito mais baixas do que os reformados do presente. É este o futuro que o PS tem para oferecer? É este o futuro para os nossos filhos? Por certo que não queremos! Do lado do PSD, tornou a insistir Passos Coelho na privatização da Caixa Geral de Depósitos. Uma completa irresponsabilidade!
É por aqui que se constrói o futuro? Concerteza que não. Falou-se também no evento do PS de abertura e abrangência e assim foi apresentado o seu candidato ao Parlamento Europeu Vital Moreira. Mas francamente, será que os professores, os trabalhadores da administração pública, os militares, etc., já se esqueceram dos seus virulentos ataques? Será que os portugueses já se esqueceram que Vital Moreira foi um dos acérrimos defensores à não realização de um referendo ao Tratado de Lisboa? E que é um dos defensores de que ele entre em vigor torpedeando por cima da vontade expressa do povo da Irlanda? Ou seja, para ele (como para o PS e o PSD) os votos só devem contar quando correspondem à sua vontade. É esta a abertura e a abrangência? É isto modernidade e futuro?
Nós dizemos, como diz o povo, que para grandes males, grandes remédios. Neste caso o remédio é cortar com o ciclo do mais do mesmo. É mudar! É dar mais força ao PCP.
A denominada crise, ou seja, a crise das políticas de direita que a promoveram e a alimentaram, não é nem pode ser desculpa para tudo. No ano 2008, o banco Santander/Totta teve 517 milhões de euros de lucro, o BES teve 402 milhões, a EDP teve 907 milhões, a GALP 777 milhões, enfim, muitos milhões. Estes continuaram a ter férias e a ocupar os hotéis e resortes.
Vemos, Ouvimos e Lemos, Não Podemos Ignorar!
- Rui Fernandes, Doral do PCP
domingo, 22 de março de 2009
Maldizer
- Leandro Martins
sábado, 21 de março de 2009

POSIÇÃO DA CGTP-IN SOBRE ANÚNCIO DE PROMOÇÃO DA RDP ANTI MANIFESTAÇÕES
O direito de expressão, em que se inclui o direito de manifestação, está consagrado no artº 37º da Constituição da República Portuguesa. Este é um elemento indissociável da participação cívica dos/as trabalhadores/as e da população em geral, em torno de questões estruturantes para a nossa vida colectiva, como o emprego, a educação, a saúde, de entre outras, e não se coaduna com o que é apresentado no spot publicitário da Rádio Pública.
Para a CGTP-IN, as manifestações são formas de expressão colectiva e solidária e têm como objectivo corresponder a necessidades e anseios dos trabalhadores e da população contribuindo para o bem estar da maioria e não circunscrita a apenas alguns. A participação cívica não se pode dissociar do funcionamento e da revitalização da democracia tal como nós a entendemos, do ponto de vista político, económico, social e cultural.
A concepção individualista apresentada no spot, não configura a missão de serviço público a que a Rádio Pública está adstrita, antes parece reflectir uma atitude de subserviência a posições de incómodo manifestadas pelo Governo relativamente à contestação das suas políticas.
Neste contexto e dado o carácter anti manifestações que assume, produzido por quem deveria promover a participação democrática e cidadã por todas as formas legítimas possíveis, o referido anuncio, sem prejuízo doutras acções que se venham a mostrar necessárias, será objecto de queixa junto dos Provedores, quer da RDP, quer da RTP, bem como junto do Conselho de Opinião da RTP e da Entidade Reguladora para a Comunicação Social - ERC.
DIF/CGTP-INLisboa, 20.03.2009
AS MAIORIAS TAMBÉM SE ABATEM
A LUTA CONTINUA!
quinta-feira, 19 de março de 2009
De visita
- Anabela Fino
terça-feira, 17 de março de 2009

O Estatuto Alcavalatório
- Manuel Gouveia
domingo, 15 de março de 2009
Como o azeite
No programa Negócios da Semana de 6.ª feira passada, a SIC-Notícias entrevistou Alexandre Soares Santos, presidente do Conselho de Administração do grupo Jerónimo Martins. O motivo imediato foi a abertura do milésimo supermercado Biedronka, na Polónia, naquele que é considerado um dos maiores investimentos de capital português no estrangeiro. Por cá, a Jerónimo Martins é conhecida por ser proprietária das cadeias Pingo Doce, Feira Nova e Recheio, além de significativas participações noutros grupos e investimentos. Além de, claro, ter voltado a bater recordes nos lucros de 2008.
Em pouco mais de 45 minutos de entrevista, Soares Santos pronuncia-se sobre tudo – do Estado à agricultura, defendendo o «direito ao trabalho» em vez do «direito ao emprego», entre outras pérolas.
Mas é sobre «a política» que Soares Santos mais se solta e brilha: espera que das próximas eleições legislativas saia uma maioria absoluta «seja de quem for. Só espero que não seja da esquerda. A partir do PS, perfeitamente.» Diz-se incomodado com a «esquerda retrógada», que quer impor por cá os «regimes que caíram no Leste»: «ainda no outro dia ouvi um político a falar do capital como se fossem uns malandros que tudo estragam e nada estão a fazer. Esquecem-se que 25 de Abril houve um, não dois. A iniciativa privada não tem de aturar isto e, se assim for, passem muito bem que nós temos para onde ir». E acrescenta que o que faz falta é «criar na iniciativa privada a confiança que foi perdida com o 25 de Abril» e reconquistada com o primeiro governo de Mário Soares.
Diz o nosso povo que a verdade é como o azeite, por vir sempre ao de cima. Mas tanta sinceridade até espanta e dá vontade de gravar a entrevista para explicar melhor aos incrédulos três coisinhas muito importantes: até que ponto se identificam os objectivos do PS com os dos grandes grupos económicos; o quanto foram profundas as conquistas de Abril para, 35 anos depois, esta gente ainda andar a recuperar; e que é do PCP que têm medo – da sua firme opção de classe, do seu enraizamento, da luta de massas, da determinação em romper com a política de direita.
- Margarida Botelho
quarta-feira, 11 de março de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
Ser Vanguarda há 88 anos
- Manuel Gouveia
domingo, 1 de março de 2009

Os Socretinos parecem tudo querer fazer para se tentarem pintar de vermelho e se mascararem de esquerda. A escolha de um ex-comunista para Cabeça de Lista do PS às eleições europeias é mais uma jogada nesse sentido, mas quem lê o que o Vital Moreira escreve e as posições que tem tomado não pode deixar de sentir que esta é mais uma mentira. Dizem uns que ele está mais próximo da ala esquerda do PS, mas a pergunta que se tem de fazer é se ainda há alguma ala esquerda no PS? Quase tão ridículo como chamar de socialista ao Partido Socretino.